Marcelo Fischborn

Doutor em Filosofia. Professor no Instituto Federal Farroupilha. Autor de Por que pensar assim? Uma introdução à filosofia

Os filósofos John Perry, Ken Taylor, Brian Leiter, Jenann Ismael e Martha Nussbaum, no programa Philosophy Talk, elegeram os 10 problemas filosóficos mais urgentes do século XXI. Penso que ter em mente a noção de um problema filosófico é de extrema relevância no aprendizado da filosofia, pesquisa e ensino da filosofia. Trabalhar com problemas bem definidos pode poupar tempo e trazer resultados mais recompensadores. E compartilho a lista pois também pode ser inspiradora para quem esteja pensando em investir na formação filosófica, ou mesmo estar escolhendo um tema de pesquisa.

Lista completa: em inglês e na tradução do Google Tradutor.

Lista resumida:

10. Encontrar uma nova base para as sensibilidades e valores comuns
9. Encontrar uma nova base para a identidade social
8. O problema mente-corpo
7. A liberdade pode sobreviver ao ataque da ciência?
6. Informação e má-informação na era da informação
5. A propriedade intelectual na era da mixagem e remixagem
4. Novos modelos da tomada de decisões e racionalidade coletiva
3. O que é uma pessoa?
2. Os humanos e o ambiente
1. Justiça global

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2 respostas a “Problemas filosóficos para o século XXI”

  1. Avatar de Eduardo Benkendorf
    Eduardo Benkendorf

    Do jeito como estão apresentados nesta lista, apenas o problema mente-cérebro e o problema de saber o que é uma pessoa parecem problemas filosóficos genuínos. Gostaria de saber como ser formulam os outros problemas.

    1. Avatar de Marcelo Fischborn

      Olá Eduardo,
      Eu acho que é difícil traçar uma delimitação precisa do que é um problema filosófico, por oposição, por exemplo, a um problema científico. Talvez não haja uma delimitação clara. Mas em seu comentário você dá a entender que há uma maneira de delimitar, e então eu retornaria a pergunta: por que mente-cérebro e o que é uma pessoa são problemas filosóficos genuínos e os demais não? (Por que o problema da liberdade também não seria?, por exemplo. Ou ainda, por que o problema de distinguir a boa informação da má não poderia ser visto como uma versão atualizada do problema da justificação do conhecimento?).
      Um abraço.

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